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Curta análise à 2ª Parte do Manchester City 2-1 Liverpool

Devido ao meu pouco tempo para analisar a 2ª parte, aproveito só para referir que o golo alcançado pelo Liverpool ocorre exatamente pelo que foi referido na análise à 1ª parte, que pode ver aqui.  A equipa utilizou os laterais para criar perigo na defesa do Manchester City, o que viria a originar o golo. No entanto, na minha opinião, o Liverpool teve alguma dificuldade em impor o seu jogo, muito por culpa do domínio imposto pelo Manchester City tanto na pressão exercida como na forma como mantinham a posse de bola. No entanto, curiosamente, foi através de um contra-ataque que a equipa da casa chegou ao segundo golo, por intermédio de Sané. Contudo, nos últimos minutos da partida, algo raro aconteceu: ver a equipa de Pep Guardiola posicionada atrás e a aliviar bola com chutões para a frente. É verdade que ainda forma tentando uma transição ou outra, mas foi em sufoco que os visitados terminaram o jogo. Apesar disso, Manchester City melhor nesta partida, tendo concerteza o fator ...

Análise à primeira parte do Manchester City 2-1 Liverpool

O jogo de ontem, entre Manchester City e Liverpool, mostrou-nos uma primeira parte com maior domínio por parte da equipa da casa. Os citizens preocuparam-se em pressionar logo a primeira fase de construção, incluindo o guarda-redes, o que levou a que este optasse por colocar maioritariamente, através  da bola aérea, nos laterais. Os visitantes tiveram dificuldades em conseguir construir desde trás. Contudo, foi numa construção bem sucedida desde trás que quase marcavam o primeiro golo da partida, com a bola a embater no poste. Aguero acabaria por marcar perto do intervalo. Em termos de análise com vídeo, mostro primeiro a pressão exercida pelo Manchester City. Como disse anteriormente, a forma como a equipa visitada colocava vários homens no momento da primeira fase de construção do Liverpool levou a que estes quase nunca conseguissem chegar à área adversária com qualidade. Muitas vezes, Alisson foi obrigado a, sob pressão, direcionar a bola para os corredores, quase sempre sem ...

A Segunda-Parte do Wolves frente ao Tottenham

Os Wolves iniciaram a segunda-parte com a mesma dificuldade da primeira. Linhas baixas, pouca pressão em zonas mais adiantadas e dificuldades em sair com opções para o ataque, tal como analisei ontem . Coincidência ou não, foi com as entradas de Hélder Costa e João Moutinho que a equipa começou a subir no terreno e criar dificuldades ao Tottenham, tal como irei explicar de seguida. Primeiramente, é preciso explicar que, na minha opinião, a entrada de Moutinho é crucial para a equipa de Nuno Espírito Santo. Aliás, só conseguirão jogar o melhor futebol possível se ele, juntamente com Rúben Neves, estiverem em campo. A qualidade de posse aumentou muito graças a ambos. Enquanto que na primeira parte tiveram enormes dificuldades em manter a posse, na segunda o critério foi muito maior. A ideia de colocar Dendocker foi pensada para o momento defensivo, mas os forasteiros nunca foram criteriosos na manobra ofensiva com a sua presença em campo, daí não terem criado praticamente perigo a ...

A Primeira-Parte do Wolves frente ao Tottenham

Foi uma primeira parte fraca por parte dos Wolves, que chegaram ao intervalo a perder por 1-0, com o golo a ser apontado por Harry Kane. Na minha análise, foquei-me ''apenas'' em três aspetos específicos: Pressão; espaçamento entre setores defensivo e médio; dificuldade em chegar a zonas mais avançadas. Relativamente à pressão, a equipa treinada por Nuno Espírito Santo deixou os adversários circularem bola até ao seu meio campo. Por vezes, os jogadores do Tottenham chegam mesmo a estar em terrenos mais avançados sem qualquer tipo de pressão agressiva por parte dos forasteiros. Este vídeo demonstra alguns dos momentos em que podemos constatar esse aspeto. Relativamente ao espaço entre setores, foi algo preocupante o número de vezes em que, sobretudo Son, teve espaço para receber bola e criar perigo sem qualquer tipo de marcação. O facto de os médios jogarem muitas vezes lado a lado no momento defensivo possibilita o aparecimento de adversários nas suas costas...

Análise à derrota do Manchester City frente ao Leicester

Foi 2-1 o resultado final entre Leicester e Manchester City, caindo a vitória para a equipa do portugueses Ricardo e Adrien, apesar de apenas o primeiro ter alinhado pelo conjunto de Leicester. Apesar da derrota, importa referir que a equipa de Pep Guardiola não fez um mau jogo. Contudo, a circulação e o futebol avassalador parecem estar um pouco afastadas dos Citizens. A circulação está mais lenta, sem grandes rasgos de criatividade individual ou passes de rutura. Ainda assim, é preciso referir que a posse continua a estar maioritariamente a favor do Manchester City. Iniciando agora a demonstração através de vídeo, reparei primeiro no fracasso que é a aposta em passes longos para zonas ofensivas. Uma equipa exímia no passe curto e sem jogadores de grande envergadura nas zonas mais adiantadas no terreno são dois fatores que mostram que, provavelmente, a decisão não é a mais correta. Aqui fica o vídeo de apenas alguns desses momentos: O momento defensivo do Leicester foi também...

Um pequeno olhar no Tottenham 3-1 Chelsea

O jogo de ontem, entre Tottenham e Chelsea, ditou a vitória do conjunto da casa. Após o visionamento completo do jogo, notei sobretudo uma opção estratégica por parte dos Spurs que teve resultados práticos: a pressão em momentos específicos do jogo. Penso que foi este aspeto que surpreendeu o Chelsea e fez com que sofressem dois golos na primeira parte e que proporcionou ainda vários momentos de perda de bola ou opções mal tomadas devido à forte pressão exercida pelos adversários. Na 2ª parte, com o 3-0, a equipa da casa abrandou a pressão que até então tinha implementado, deixando o Chelsea assumir o controlo de jogo mas sem nunca descurar o processo defensivo. Deste modo, apresento um vídeo com alguns destes momentos em que o Tottenham procurou fazer uma pressão agressiva e onde se colocava em superioridade numérica numa área reduzida onde se encontrava a bola. Com a dificuldade em criar ocasiões de perigo, surpreendeu-me o facto de os jogadores do Chelsea, por vezes, não optare...