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Jogar em equipa

Jogar em equipa é também conhecer as características dos colegas. Espaço identificado, e uma simples tabela potencia a velocidade de Pedro Neto. Fábio Silva bem a manter-se no corredor central, aguardando o cruzamento para finalizar a jogada.

A Segunda-Parte do Wolves frente ao Tottenham

Os Wolves iniciaram a segunda-parte com a mesma dificuldade da primeira. Linhas baixas, pouca pressão em zonas mais adiantadas e dificuldades em sair com opções para o ataque, tal como analisei ontem . Coincidência ou não, foi com as entradas de Hélder Costa e João Moutinho que a equipa começou a subir no terreno e criar dificuldades ao Tottenham, tal como irei explicar de seguida. Primeiramente, é preciso explicar que, na minha opinião, a entrada de Moutinho é crucial para a equipa de Nuno Espírito Santo. Aliás, só conseguirão jogar o melhor futebol possível se ele, juntamente com Rúben Neves, estiverem em campo. A qualidade de posse aumentou muito graças a ambos. Enquanto que na primeira parte tiveram enormes dificuldades em manter a posse, na segunda o critério foi muito maior. A ideia de colocar Dendocker foi pensada para o momento defensivo, mas os forasteiros nunca foram criteriosos na manobra ofensiva com a sua presença em campo, daí não terem criado praticamente perigo a ...

A Primeira-Parte do Wolves frente ao Tottenham

Foi uma primeira parte fraca por parte dos Wolves, que chegaram ao intervalo a perder por 1-0, com o golo a ser apontado por Harry Kane. Na minha análise, foquei-me ''apenas'' em três aspetos específicos: Pressão; espaçamento entre setores defensivo e médio; dificuldade em chegar a zonas mais avançadas. Relativamente à pressão, a equipa treinada por Nuno Espírito Santo deixou os adversários circularem bola até ao seu meio campo. Por vezes, os jogadores do Tottenham chegam mesmo a estar em terrenos mais avançados sem qualquer tipo de pressão agressiva por parte dos forasteiros. Este vídeo demonstra alguns dos momentos em que podemos constatar esse aspeto. Relativamente ao espaço entre setores, foi algo preocupante o número de vezes em que, sobretudo Son, teve espaço para receber bola e criar perigo sem qualquer tipo de marcação. O facto de os médios jogarem muitas vezes lado a lado no momento defensivo possibilita o aparecimento de adversários nas suas costas...

Rui Patricío: a segunda melhor contratação

A revista ''FourFour Two'' colocou Rui Patricío em segundo no ranking de melhores contratações da Premier League. O guardião vê assim confirmado o seu bom início de época com esta eleição de um órgão internacional. A verdade é que o guarda-redes português talvez tenha estado tempo demais em Portugal para aquilo que é a sua enorme qualidade. Desde novo se viu potencial nele, tendo tido equipas como o Man Utd a acompanhar a sua evolução. Apesar de nunca ter sido campeão pelo Sporting, a sua qualidade valeu-lhe chamadas sucessivas à seleção, onde é titular desde o tempo de Paulo Bento como selecionador. Focando-me na época atual, Rui Patrício está inserido numa equipa que privilegia um futebol de posse, e algumas vezes o português peca pela sua falta de qualidade de pés. Em alguns momentos, o guardião bate longo sem grande precisão, comprometendo a primeira fase de construção dos Wolves. Fica aqui um exemplo: No entanto, por algum motivo foi eleito o segundo mel...